PROJETOS & PROGRAMAS

PROGRAMA CARBONO COMPENSADO – LEPAC. – Um programa da AGENDA 21 DE PARATY.

Com a calculadora desenvolvida (ver abaixo), é estimada a quantidade de árvores a serem plantadas, para compensar as emissões de carbono de estabelecimentos, negócios, embarcações, etc. As empresas Flora Paraty,  Carbono Florestal e Matas Nativas são parceiras do Programa Carbono Compensado Lepac e fazem o plantio.

O programa é um trabalho de Educação Ambiental, conscientizando as pessoas e os responsáveis pelas atividades empresariais sobre suas emissões de CO2, fazendo comparativos das emissões anuais e sugerindo formas sustentáveis de diminuir sua pegada de carbono.

Aguardamos adesões ! 

  APOIOS E RECONHECIMENTOS:

-> Da Secretaria de Meio Ambiente de Paraty (SEDUMA).

-> Da Secretaria Estadual do Ambiente (Instituto Estadual do Ambiente – INEAManigestação Apoio_INEA_2014_JPG), através da sua Superintendência de Biodiversidade e Florestas.

-> Do Instituto Arruda Botelho (2011-2012)

->Moção de Aplauso Câmara de Vereadores de Paraty – Junho de 2010.

->> Apoio Formal da SEDUMA (Prefeitura de Paraty)  E INEA (2014)
->>> Chancela do Programa Passaporte Verde (Allan Milhomens, Coordenador Geral / Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Ecoturismo e à Sustentabilidade Ambiental do Turismo – PROECOTUR / Ministério do Meio Ambiente)
->>>>CARBONO COMPENSADO LEPAC” E “CARBONO COMPENSADO EDUCAÇÃO AMBIENTAL UNICAMP” têm Pedido de Registro de Marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI)_sob n. 830877452 e 830877460.
 
  <> FORMULÁRIO (Compensação de Restaurantes em Paraty)  -> Planilha_dados-para-cálculo_Restaurante

 

VER MAPAS, FOTOS E VÍDEOS DOS  PLANTIOS

 ANOS 2009/ 2010/ 2011 ->MAPA_Loca_Plantios_2009_10_11 

ANO 2012 ->> MAPA_Local_Plantios_2012_6

ANO 2013 ->>> MAPA Local Plantios_ 2013

ANO 2016 ->>> VÍDEO Video CCLepac 2016

ANO 2017 ->>> VÍDEO Plantio no Quilombo do Cabral 

Programa criado a partir de um trabalho de Educação Ambiental (BE_597/ 2010).   CALCULADORA 

Faça a estimativa das emissões de carbono, para estabelecimentos e atividades na região de Paraty. As árvores serão plantadas por empresas parceiras.

ABAIXO: A) Imagem de plantio feito em 2011 – B) Alunos de Engenharia Mecânica (UNESP- Guaratinguetá) da Equipe Baja . Plantando árvores e compensando as emissões do Projeto Baja.

DSC07210Plantio BAJA_SAE_2013 <> Dados do Corpo de Bombeiros de Paraty, apontam uma redução de 75% nas queimadas nos últimos 3 anos! Isso mostra o sucesso do projeto dos plantios na beira da BR 101.

<> Cachaçarias de Paraty podem ter balanço positivo de Carbono !!   . Veja trabalho  (PDF)     com os cálculos feitos para uma delas.  >>BALANÇO DE EMISSÕES DE CO2e DE UMA CACHAÇARIA DE PARATY, RJ COMO  FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A RECUPERAÇÃO DE  ÁREAS DE MATA ATLÂNTICA”. E.S. Santana & C.F.S. Andrade. Revista BE-597 Educação Ambiental. Vol. 6:69-74 (2014) .

Mais detalhes do projeto:   Trabalhos:

“EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A ADESÃO AOS PRINCÍPIOS DO CARBONO NEUTRO EM PARATY, RJ. T.C. Marcondes; C.F.S. Andrade & S.L. Velloso“. Revista Educação Ambiental BE-597. Vol 3 (2010). (PDF)

“CARBONO COMPENSADO LEPAC COMO FERRAMENTA PARA A RECUPERAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA ADJACENTE À BR-101 EM PARATY, RJ”. C.F.S. Andrade, S.L. Velloso, M.C. Nascimento, V.C. Maurer & F.M.P. Gama.  Rev. Road Ecology. 2011. (PDF)

“RECUPERAÇÃO DA  COBERTURA VEGETAL DO QUILOMBO DO CABRAL EM PARATY, RJ – BASES DE UM PROJETO SÓCIO-AMBIENTAL DE EXTENSÃO” – C.F.S. Andrade, J.L. Rodacoski, G.S. P. Collesi & S.P. Faria. Revista Ciência em Extensão – UNESP. Vol 9, n.3 (2013).  (PDF)

VÍDEOS:

Recuperação da cobertura vegetal do Quilombo do Cabral”  Folha do Litoral da Costa Verde – TV , 2015. LINK

 

Vossoroca

  – PROGRAMA PRODUÇÃO VEGETAL COMUNITÁRIA – Módulo Graúna. – Plantio na várzea da Graúna 

(área de domínio do DNIT) em parceria com a Associação dos Lavradores e Moradores da Graúna (ALMOG) e Flora Paraty. Já iniciado e aguardando apoio do Ministério do Meio Ambiente (Programa mais Ambiente). Produção de mudas para o reflorestamento da Mata Atlântica, para o Programa carbono Compensado e geração de renda da comunidade envolvida (aipim, banana, flores e plantas ornamentais). 

ver: ProjetoPRODUÇÃO VEGETAL COMUNITÁRIA_Site

 – ARBORIZAÇÃO DA RODOVIA RIO-SANTOS (Paraty a Angra).  – Programa iniciado pela Flora Paraty para reduzir as queimadas anuais na Rodovia Rio-Santos, que atravessa o município por uma extensão de 70 km e que tem suas margens cobertas por capinzal de fácil combustão na estação seca.

 

Ver:http://www.bromelias.com.br/Projeto%20Rio%20Santos.htm

 

 – EDUCAÇÃO PARA O MANEJO INTEGRADO DOS VETORES DA DENGUE EM PARATY – RJ. Projetos Anuais na Área de Extensão Comunitária – PREAC / UNICAMP (Maio de 2007 a Junho de 2008). Prof. Dr. Carlos Fernando S. Andrade, Depto de Biologia Animal, IB – UNICAMP.  Treinamento com voluntários e jovens para estabelecerem pneus-armadilhas do mosquito vetor da dengue e passar as dados à Secretaria Municipal de Saúde. – Apoio: PREAC (Verba dos Projetos Anuais de Extensão) + Flora Paraty

CUIDANDO DAS ÁGUAS DE PARATY–  O Projeto Cuidando das Águas de Paraty foi apresentado à comunidade paratiense na Primeira Conferência Municipal de Meio Ambiente, na Casa da Cultura, em 29 de novembro de 2007. Consiste na análise das águas do mar e dos rios , por iniciativa da LEPAC. Foi feita a pesquisa sobre balneabilidade e qualidade para consumo. Estudos com Cianobactérias e bactérias diarreiogênicas. Prof. Francisco José Moreira Chaves, Prof. Dr. Tomomasa Yano e Bióloga Sandra Martins (IB-UNICAMP). Apoio: GESCO (Projetos, Comércio e Representações Ltda) + IAAP-Instituto de Apoio a Ação Participativa + Flora Paraty.  RELATÓRIO PDF (Click  Relatório_cuid_aguas )

PROJETO ARTE COM CIDADANIA NAS RUAS DE PARATY . Silvio Luiz Velloso,  Adriana Cruz & Carlos Fernando Andrade  –  O objetivo é deixar a cidade mais bonita, com cidadãos mais satisfeitos com a vida e com seu espaço, promover integração social e cidadania, desenvolver valores familiares, sociais, históricos e espirituais. Conforme demandas espontâneas encaminhar soluções.  Envolver os moradores do entorno das “tarefas” escolhidas, para interagir com eles, não só com relação à obra, como participar do seu “universo local”. É uma arte de baixo custo, criatividade, pluralidade de matérias e integração com os moradores da área objeto da arte. Conter mensagem construtiva contextualizada.  E dentro do possível, utilizar mão-de-obra do bairro para a execução.

COMMUNITY-BASED RESOURCE MANAGEMENT AND FOOD SECURITY IN COASTAL BRAZIL- FIFO (Fisheries and Food Institute) / CAPESCA (2009 a 2014). Profa. Dra.  Alpina Begossi (alpinab@uol.com.br)A research collaborative program  between a well established and academically strong unit, working on the human ecology of coastal areas of Brazil (Dra. Alpina Begossi’s team), and the internationally known Canada Research Chair in Community-based Resource Management (Dr. Berkes’ team). Both groups work with communities and civil society groups, and both carry out applied research relevant to sustainable development. The focus of the IRCI program is on the development of a “Center of Excellence” in Brazil. Paraty case will serve as a guidepost for innovative mechanisms for working in partnership with fisher communities and other key stakeholders. Apoio: The International Research Chairs Initiative (IRCI), IDRC Research Chair and Canada Research Chair. – Canadá.
 
ECOLOGIA DA PESCA ARTESANAL EM PARATY: FORRAGEIO ÓTIMO E ETNOECOLOGIA. FIFO/CAPESCA – LEPAC e CMU (Unicamp) – FAPESP (2010-2014). Profa. Dra.  Alpina Begossi (alpinab@uol.com.br). A falta de informação detalhada sobre a pesca artesanal contribui para as dificuldades em manejá-la, dentro do contexto das populações locais que dependem, economicamente, dessa tividade na costa da Mata Atlântica. Nesse estudo, focalizamos as populações de pescadores artesanais da região de Paraty, Rio de Janeiro. É importante considerar, na ecologia de pescadores artesanais, pelo menos quatro aspectos: 1) o uso dos recursos pesqueiros e dos outros recursos naturais usados pelos indivíduos da comunidade, 2) o uso do espaço aquático, 3) o comportamento decisório dos pescadores e 4) o conhecimento local dos pescadores.
 

ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO DE AVES MARINHAS NA BAÍA DA ILHA GRANDE – RJProf. Dra. Valéria Ornelas. Pós Doutorado, Orientação Prof. Dr. Wesley R. Silva. As aves marinhas são predadoras de topo de cadeia trófica e tem, portanto, importante função ecológica no mar. Elas vem sendoempregadas com frequência como bioindicadoras, tanto da produtividade pesqueira quanto da poluição dos oceanos. No entanto, diversos fatores ameaçam sua sobrevivência, como a pesca com redes de deriva e espinhéis, a poluição das águas por óleo e plástico e a degradação de seus habitats. O projeto está inventariando as espécies da avifauna marinha, mapeando e caracterizando seus sítios de uso (reprodução, alimentação e repouso), visando à aplicação do conhecimento adquirido na capacitação de agentes locais de educação ambiental e ecoturismo. Apoio: ICMBIO – Instituto Chico Mendes de Proteção da Biodiversidade; INEA-RJ/PEIG – Parque Estadual da Ilha Grande; Projeto BEMAR; e SEDU/Prefeitura de Paraty.”

 
 

 

 

              PROJETOS EM CONSTRUÇÃO – Para 2017 – Estão sendo organizados dois projetos principais,

1) MELIPONÁRIO >> Resgate da natureza e acomodação de colmeias de abelhas nativas, sem ferrão (Meliponídeos) em parceria com dois voluntários experientes no assunto, Sr. Einar Alonso e seu filho Juan Andrade.

2) ALARM DENGUE >> Armadilhas para monitoramento da ocorrência dos mosquitos Aedes aegypti e Ae. albopictus, com sistema de registro e banco de dados em Aplicativo de celular (App-Inventor/ MIT), em parceria com o voluntário Edmar Ronch.